
Que o respeito sejá mútuo e que se respeitem os limites
E então lhe devo espaço, e todo o aparato de certo amor raso e recente
Lhe devo parte dos meus erros, da minha estadia cansada e bem vinda quase quase viva por aqui
Lhe devo explicações talvez, quase nenhuma pois quase nada tenho a dizer
Exceto talvez,não sei mas, desculpa? Ou obrigado? Ou bem... eu sempre achei que você soubera o que eu quis dizer então me calo.
Por hora, de quem foi o último beijo? Eu o quero de volta, não importa a origem, tenha este sido algo meu, ainda se você o dera.
Depois, digo outrora, pois faço mais difícil te explicar, eu quero te escrever umas últimas linhas, umas ultimas palavras, tais como estas.
Por que eu não consigo por fim, nem a coisas fúteis, como palavras que você apenas consegue por fim. Por isso lhes dou espaço, e todo o aparato que lhes for preciso para que jogue fora o que lhe devo, e assim me retroceda a que mereço, sei que não é justo o que quer que me dê, mas a minha própria injustiça falha diante das suas e me calo porque eu morro perto de ti, e falo na distância, eu não me permito ir...
Amanhã quando acordar, eu sem você, sem mim também já vos digo, fui feliz por um instante de um secundo em vida depois que morri de amores e de meu próprio tráfego de dores, que lhes causa tanto bem, eu sei.
Kate Polladsky
RELATÓRIO SEAD 2007
Palestrante: Idalberto Chiavenato - Você é um Estrategista?
Na quarta-feira, dia 07 de Novembro deu-se início ao ciclo de palestras da SEAD 2007, promovida pela Universidade Potiguar. O primeiro palestrante da noite, Idalberto Chiavenato, falou a respeito de conceitos em administração, da importância em ser um estrategista, características das organizações bem sucedidas, o papel do administrador, aspectos importantes para gerar valor, dentre outros.
Chiavenato iniciou comentando que cada vez mais as ciências precisam da administração para que suas invenções venham a se tornar produtos e serviços, e possam ser distribuídos posteriormente; dessa forma, quanto maiores as organizações mais aparato administrativo requerem.
Ao tratar de conceitos, apontou a estratégia como sendo um conceito abstrato e intangível, assim como a visão sistêmica, o mercado, a competitividade e outros muitos elementos que estão presentes no contexto organizacional e que são essenciais à sobrevivência corporativa.
Ser estrategista é uma das coisas que garantem o sucesso do administrador, talvez a mais importante delas neste século, que ainda utiliza métodos e padrões do século passado, conforme foi exposto pelo palestrante. A seguir um esquema que demonstra as mudanças de conceitos com o passar do tempo:
Velhos Tempos: | Novos Tempos: |
Era Industrial | Era da Informação |
Estabilidade e permanência | Mudança e Transformação |
Mundo concreto e físico | Mundo Abstrato e Virtual |
Dentre os novos desafios observa-se que antigamente a atenção das empresas giravam em torno de produtos, manutenção do estatus quo e capital financeiro; diferentemente do novo cenário em que elas estão voltadas para produtos e serviços, criatividade e imaginação e foco no capital intelectual. Este último é um dos pontos chaves da nova administração, como sendo a ferramenta para trazer solução ao mercado; a exemplo foi citado por Chiavenato o caso da Google, uma empresa virtual cujo valor gira em torno de cem milhões de dólares e valoriza acima de tudo o capital intelectual aplicado.
A China é um país que está a cada dia expandido seus negócios e tomando mercado, preocupando outros países que estão acostumados a serem as grandes potências, para quem a China deixa de ser uma oportunidade e passa a caracterizar-se como uma ameaça. O palestrante colocou tal situação com humor, fazendo uso da frase “A China vem aí...”. Para conseguir manter sua competitividade as organizações deverão adaptar-se ao novo contexto e acima de tudo utilizarem novas soluções para novos problemas que surgem.
Um paralelo de novas soluções que devem ser dominadas hoje se coloca da seguinte forma, em detrimento às que eram tomadas:
Ontem: Tamanho, divisão do trabalho, ordem, controle.
Hoje: Agilidade, integração e conectividade, flexibilidade, inovação.
A palestra seguiu com outros tópicos emergentes em administração que são imprescindíveis conhecer, a exemplo: as características das organizações bem sucedidas (são lucrativas, alcançam longevidade, são salutares, flexíveis, etc.); como atuam as empresas bem sucedidas (conhecimento dos clientes, sustentabilidade, sentido de oportunidade, etc.); aspectos importantes para gerar valor (definir a missão, visão e objetivos da empresa), dentre outros.
Por fim, Chiavenato apontou o livro Kendo: O livro dos cinco anéis – O caminho da espada; por Miyamoto Musashi; de onde extraiu uma frase com a qual ele quis expor que apenas as estratégias bem sucedidas conduzem à lucratividade, e para isso é preciso ter um terceiro olho, ou seja, uma sensibilidade que se torna essencial ao estrategista.
KATE POLLADSKY
It may take forever to wake up by your side one day
It may take forever to find out you´re not the one after waking up by your side every day
It may take forever to wake up for myself one day
And it may take forever for you to wake up for me one day
One day forever becomes a waste for some
And some are a waste forever
some are the ones forever
And that´s the only thing I´m willing to wake up for.
Kate Polladsky
My life doesn’t suck; I suck at living my life. It’s not like I could blame the world for being so hard, my family for working so hard at giving me a good life, this city for being so hot, this routine for being so boring this writing for being so… Anyways, nothing to blame directly about my life, personally so called existence. [smiles]
The story of my life is meant to be told by the others that hopefully know me, because maybe I just recognize myself…? Or maybe it’s just a phase, blindness, a pessimism, realism, a comfort zone, a common sense, a point of view, a meaningless thing.
My life has good and bad stories, some bads to be goods and vice versa.
When I was born some local doctors said I wasn’t going to live. Because I had this gullet’s disorder and therefore all I ate went down to the wrong place, windpipe, instead of to my stomach… Then I easily chocked and developed all sorts of problems like pneumonia, bronchitis and whatnot. I went through two surgeries to correct the disorder, one a few hours after I was born – had to fly to Rio immediately, and the other at the age of three. Those are the few times I traveled in my life, Rio and
This story seems to be my parent’s treasure, the victory. But I’m tired of listening to it over and over for 21 years now, it would make a good Mexican soap opera, oh yes. Would I make a good Thalia? *looks at my belly* Naahhh…
Those local doctors were really stupid at that time. They invented all sorts of diseases for me. Interesting how my exams took long rides in many doctor’s hands and none of them noticed a simple detail of my disorder’s cause that was clear in a damn X-Ray exam, mhm…Reminds me of “Where’s Wally?” cartoon; luckily a lady in São Paulo was a good doctor and found Wally, I mean… the cause of my problem. [skips out on this subject]
So! My existential follows old routines, of good and bad moments. But mostly boring routines. Yes, I could change the methods, manners, ways of doing things and having a new perspective, but I’d not name it “routine” if I did it, and my life would be a kind of senseless. It has to change, now and then changes are good, no wait; necessary; there´s self-esteem involved on it.
I don’t have to reckon with so many problems as some people do, but they are my problems and at some point they seems to be heavier than the other’s, because I may be the main problem, and only me can handle it, it’s a peculiar load that I must know how to carry for years, without wearing it down so much and cause damages… In Administration it would be called having a good logistic!
But well, I could simply summarize the story of my life with the word “existence”, expecting to live more often, and hoping to live one day…
There...
You´re not the best, but you´re the one
And then what? How does my life goes on?!
Here it remains the same, sane and lonesome
I don´t think I´m there in any way
You don´t want me to be with you anyways
It ends with no more questions
I accept the end of all
But you… are exception.
K.P
Tonight we have to leave it
Besides we have to leave it
Sometimes we have to leave it
Sides we have to leave it by
I got a hint that maybe you would have to leave me
And I would have to leave it so I…Left
And I got nothing back
Except for the certainty I should hold on to things I might leave
Things that might leave a scar, a memory and a heart
Personally, I had to leave all pass by to realize
That not all we have to leave
But the things that leaves us
Leaves that impression
Even leaves a few more questions
That we must live first before all is left behind
K.P
Nem sempre haverá tempo para pensar, então pense que o tempo se arrasta mudo e insano, que impõe barreiras e separa mundos. Nenhum guerreiro, dos que mais tenham batalhado, conseguiram vencer o tempo; mas através dele apenas os mais sábios e persistentes venceram.
Com desgaste e dor o tempo separa e une, com certeza imune àqueles que o tenham como inimigo; tal como é arma àqueles que o tomam como vantagem, e são sensíveis ao momento certo de se desfazer de algo e recuar.
Tempo que é genérico compõe o ínfimo, e determina acabado o que pareça contínuo. Tempos de miséria e de riqueza. O que tanto cura, o tempo?
Algumas vezes, é preciso se dar conta que as horas são nada, e o tempo é tudo. E é tudo que passa...
Kate Polladsky
I´m letting the night awake
Sove… Ville du å sove med meg?
A real dream that is not dream if it is real
Som du sier drøm søt og det bli livet
I was just dying to be better
Jeg var alltid bedre vet jeg
You were supposed to be here
Du er på andre steder
And it ends with no ending
Du bare må gå videre
Og jeg må gå i knas
Says you happy love
Si god natt til meg
Kate Polladsky
Mas por quê? E de quem é a culpa?
Há certos momentos em que não há conforto e nem culpados.
Não há razão, nenhuma sequer.
Há somente a dor infinita e incredulidade. O pesadelo que deus queira seja apenas pesadelo.
Não sei se acredito em coisas do tipo “foi deus que quis assim”. Eu não sei o que deus quer, talvez ele queira o que todos queremos, paz. Seja lá o que paz signifique hoje em dia. Mas se está com deus, está em paz. Acho que é somente em que acredito.
Talvez seja em algum ponto da vida que somente a morte nos una. A dor une. A saudade une. Numa realidade que nos separa.
Eu também não sei se algo muda. Tantas tragédias e perdas, no que mudamos? Amamos mais? Cuidamos mais?
Este blog está de luto pelas vítimas do acidente aéreo da TAM. Passageiros, famílias, amigos e desconhecidos.
Aos que foram, aos que ficaram e aos que renasceram.
Todo o lamento e respeito.
Repensar a vida... E não a morte da existência.
Kate Polladsky